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PENSAR ANGOLA | ADALBERTO COSTA JÚNIOR DEFENDE CRIAÇÃO DE FUNDO PARA JOVENS
A proposta assenta em três eixos principais: Conta Jovem Soberana, para apoiar educação, habitação e empreendedorismo; Bolsa Técnica Nacional, para promover formação profissional em áreas estratégicas; e Crédito Zero Jovem, destinado a facilitar o acesso ao financiamento para jovens empreendedores e pequenos produtores.
A iniciativa prevê ainda mecanismos de transparência, fiscalização independente e auditoria, com o objectivo de garantir uma gestão responsável dos recursos e ampliar as oportunidades económicas e profissionais dos jovens angolanos.
07.10.2026
O Presidente da UNITA, Eng.º Adalberto Costa Júnior, defende a criação de um Fundo Soberano para Jovens, uma proposta concebida para canalizar parte das receitas provenientes do petróleo, gás e minerais estratégicos para o desenvolvimento da juventude angolana.
A proposta assenta na criação de um mecanismo financeiro soberano, com regras de gestão, fiscalização independente, transparência e prestação pública de contas. A ideia é transformar parte das receitas dos recursos naturais em investimento directo no desenvolvimento de competências, empreendedorismo e oportunidades económicas para os jovens.
Entre os principais eixos está a criação da Conta Jovem Soberana, destinada a jovens dos 18 aos 35 anos, que permitiria financiar áreas como educação, formação profissional, empreendedorismo, habitação e outros investimentos de desenvolvimento pessoal.
Outro eixo da proposta é a Bolsa Técnica Nacional, que prevê programas de formação técnico-profissional em sectores estratégicos, como tecnologias de informação, agricultura e agronegócio, energias renováveis, construção civil, saúde, logística, turismo e hotelaria, combinando formação teórica com experiência prática e estágios profissionais.
A proposta inclui ainda o Crédito Zero Jovem, um mecanismo destinado a facilitar o acesso ao financiamento por parte de jovens empreendedores, pequenos agricultores e outros cidadãos com dificuldades de acesso ao crédito bancário. O modelo prevê que o Fundo possa funcionar como garantia, mediante avaliação técnica dos projectos e cumprimento de critérios previamente estabelecidos.
Segundo a visão apresentada por Adalberto Costa Júnior, a articulação entre formação, acesso ao capital e oportunidades de empreendedorismo poderia contribuir para ampliar a autonomia económica da juventude e estimular a criação de emprego e de novas actividades produtivas.
A proposta defende igualmente que a gestão dos recursos seja submetida a mecanismos rigorosos de transparência, auditoria independente e participação da sociedade, de modo a garantir maior controlo sobre a aplicação dos recursos destinados ao desenvolvimento da juventude angolana.
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